terça-feira, 3 de julho de 2012

47º Festival Folclórico de Parintins - é do Caprichoso!


Assisti pela TV duas, das três apresentações do Festival de Parintins neste final de semana. Fiquei encantada com as cores, danças, com o espetáculo enfim!

É uma pena que nossos meios de comunicação cedam tão pouco espaço para um festival de cultura como esse.
Gostei muito mais de assistir ao Festival de Parintins do que o carnaval.
E devo confessar, secretamente torci, este ano, pelo boi azul - Caprichoso.
A apresentação dos dois bois foi maravilhosa, a galera com suas coreografias e paixão foram de arrepiar.
Sobre a galera, há que se ressaltar a educação e o respeito! As pessoas expressam sua paixão, seu favoritismo, sua torcida com canto, dança, coreografias e com respeito pelo lado contrário.
Enquanto uma galera grita, agita, pula, dança e canta, o lado contrário permanece em silêncio respeitoso.



Este ano o boi bumbá Caprichoso defendeu o tema "Brasil de todas as cores" e viajou por diversas regiões do país, mostrando um pouquinho de suas manifestações culturais.


Durante a apresentação, algumas curiosidades foram relatadas, como o fato de que um boi, como o Caprichoso, por exemplo, nunca utilizar a cor do "contrário" na montagem das fantasias. Caso, alguma roupa necessite da utilização da cor vermelha, esta cor será substituída pelo amarelo, ou laranja.
A fidelidade no amor pelo seu boi é determinada pelo local de nascimento.
Contrário é a  denominação dada ao boi adversário. O simpatizante de um determinado boi jamais pronuncia o nome do boi adversário, tratando-o sempre como "o contrário".
Outro fato curioso é que em Parintins as máquinas, latas e garrafas da Coca-Cola, que originalmente são vermelhas, tem também a cor do contrário, ou seja o azul

Um momento marcante na 3ª apresentação do Boi Caprichoso, foi a chegada de Cunhaporanga (a mulher mais bela da tribo, que encanta o coração dos querreiros indígenas; sacerdotisa), saindo do meio da Galera em uma cobra gigantesca e descendo até o chão no Bico de um Beija-Flor a mais de 20 metros de altura.

Fotos de Carol Gherardi/Band

Ano que vem, estarei novamente à frente da TV para assistir ao 48º Festival de Parintins e com certeza, me emocionar, vibrar e torcer. Só não sei se serei Caprichoso, mas é Garantido que lá estarei.

Links Interessantes para quem quiser saber mais a respeito do Festival de Parintins
 www.parintins.com
http://boibumba.com/dictionary_pt.htm
 http://www.youtube.com/watch?v=8Zc8rXg6yRk&feature=related




sexta-feira, 22 de junho de 2012

DIA MUNDIAL DO FUSCA

Para todos aqueles, que como eu, já tiveram um fusca vão entender que esse amor é para sempre.
Meu primeiro contato com essa paixão veio através do meu pai que sempre amou esse “carrinho” e em 1979, deu de presente para minha mãe um fusca modelo “Fafá”, cor creme. Esse carro foi a sua paixão até o dia em que morreu e todos os sábados, podíamos encontrá-lo, limpando e polindo o “amarelinho” que era como ele o chamava.
Muitas lembranças boas temos daquele carro, em nossa adolescência quando minha mãe nos levava para “paquerar” nas tardes de domingo, ou então quando tiramos carta eu e minha irmã, aquele foi o primeiro carro que dirigimos.
Meses apenas, após a morte de meu pai, perdemos mais um amigo, nosso “amarelinho” querido foi roubado em pleno centro da cidade e nunca mais tivemos notícias dele.
Posso dizer que honrei a memória de meu pai quando comprei meu primeiro carro, que é claro, foi um fusca amarelo.
Hoje já com outro modelo de carro, meu fusca amarelinho vendido, não sem dor no coração, presto minhas homenagens ao amigo querido de infância e adolescência e por que não dizer, também ao meu pai – um amante de fusca convicto – membro honorário do Fuca Club em minha cidade.

22 de JUNHO - DIA MUNDIAL DO FUSCA

No dia 22 de junho é comemorado o dia mundial do Fusca.
O Brasil foi o terceiro país onde mais se vendeu o carro: 3 milhões de unidade (atrás da Alemanha , com 6,1 milhões; e Estados Unidos, com 4,9 milhões.
Em território brasileiro ele foi produzido em dois períodos: entre 1959 e 1966 e depois por iniciativa do governo Itamar Franco, de 1983 a 1986.
No mundo todo foram fabricados 21,5 milhões de unidades do carro, que nasceu em 1936, pouco antes da Segunda Guerra Mundial.

Segundo Ferdinand Porsche o idealizou em 1934, o carro do povo (Volkswagen, em alemão) do país deveria transportar 4 pessoas e alcançar velocidade de 100 km/h.
Embora a Volkswagen tenha enfrentado dificuldades na produção, após a 2ª Guerra Mundial, em 1947 aconteceram as primeiras exportações do Fusca para a Holanda.
A idéia da versão conversível aconteceu em 1948, mas após um incêndio na fábrica produtora do modelo o projeto foi abandonado em 1952 com apenas 696 conversíveis feitos.


Em 1955 a Volkswagen alcançou a marca de 1 milhão de Fuscas produzidos, mas o Record foi batido em 1972 quando chegou a ser o carro mais produzido.
No Brasil, o modelo chegou em 1951, e o primeiro Fusca produzido em solo brasileiro em 1959.
Somente em 2002, o Fusca perdeu o título de carro mais produzido para o Golf e em julho de 2003, na fábrica de Puebla, México, o último Fusca foi produzido.
Fonte: http://www.terra.com.br/economia/infograficos/fusca/



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mais comum do que possa imaginar a nossa vã inocência!


Recebi o texto abaixo por e-mail dias atrás, e logo encaminhei aos meus contatos por achar relevante e atual. 
Mal podia imaginar em minha vã inocência que isto ocorreria também comigo.
A indignação que se sente ao retornar e encontrar seu carro devidamente estacionado e com o porta malas "afundado", me fez refletir realmente o que é que estamos ensinando às futuras gerações.
Infelizmente, o ensinamento que fica é: "Se ninguém viu, sai de fininho e finge que é honesto".
Revoltante!
Pais omissos, filhos bandidos.
Prof. Chafic Jbeili – www.unicead.com.br
Dia desses fui à farmácia e estacionei em uma daquelas vagas paralelas. Ao retornar fui avisado pelo flanelinha que o motorista de outro carro “cheio de crianças”, ao manobrar, havia arranhado o para-choque do meu carro e evadido rapidamente do local. Fiquei chateado com o prejuízo, mas agradeci pela oportunidade de refletir sobre o a conduta moral que pais tem instruído e demonstrado, pelo exemplo, a seus filhos. 

Logo lembrei: Criança vê, criança faz! O arranhão moral que aquele pai causou na personalidade de seus próprios filhos é, no mínimo, mil vezes maior e mais caro do que o arranhão deixado no para-choque do meu carro. As crianças ouviram o barulho, provavelmente se assustaram e certamente aprenderam pelo exemplo o que fazer quando cometer um erro, ou seja, fugir em silêncio, pois a “esperteza” é melhor do que a “integridade”. Será?


Sabe-se que bandido não é somente aquele que rouba, assalta ou mata com a intenção de fazê-lo, mas é também todo aquele que “sem-querer” faz o outro sofrer qualquer tipo de prejuízo material, financeiro ou emocional sem, contudo, apresentar-se assumindo o erro e se dispondo a repará-lo de alguma forma, ainda que com um pedido de desculpas. Errar é humano, inerente à vida e amplamente perdoável, claro! Eximir-se do erro é bandidagem.


Nenhum sujeito nasce moralmente íntegro. A integridade é algo que a criança aprende pelo exemplo e se desenvolve com o diálogo no seio familiar, social e escolar onde imperam os melhores valores facilitadores da urbanidade e da vida social. A família corrompida gera membros corruptos e corruptores. A família de bem gera membros de bem! De tão espertos, parece haver mais crianças capazes de conduzir automóveis do que adultos capazes de conduzir filhos. Sou a favor da instituição oficial de “habilitação parental” para gerar e educar filhos.
É comum ver crianças brincando e destruindo coisas, suas e dos outros. Isso faz parte de seu crescimento e em sua arte, brincadeiras e jogos a criança desenvolve suas habilidades criativas e psicomotoras, mas os eventuais prejuízos causados a outrem enquanto treinam suas habilidades deveriam ser melhor explorados pelos pais para desenvolver também a integridade moral de seus filhos. Ofendeu, pede desculpas! Quebrou, pagou! Simples assim!

Invariavelmente, crianças brincando nas ruas, em condomínios ou em clubes acabam destruindo “sem-querer” vidraças, plantas, galhos de árvores, arranham carros com o guidão da bicicleta, amassam placas ou quebram todo tipo de coisas, mas infelizmente são incentivadas pelo exemplo e educação que recebem da família a agirem como ratos, protótipos de banidos, “espertos” ao invés de pessoas de bem. Fazem o mal feito e sorrateiramente fogem, se escondem dentro de casa e, sob a proteção dos pais omitem, mentem e não assumem o que fizeram. 


Bandido atrai bandido gerando outros bandidos. Eles se agrupam e comportam-se como verdadeiras gangues mirins, onde os comparsas dão cobertura ao mal feito do outro e, além de não assumirem seus erros, são compelidos e treinados a acobertar o erro dos outros. Por isso, não aprendem o poder que a retratação tem sob o pilar da integridade em sua autoestima, desenvolvendo pessoas com ótima destreza psicomotora, mas socialmente nocivas. 


Pela árvore se conhecem os frutos!  Depois da anomalia psiquiátrica, a maior produtora social de genuínos bandidos é a própria família, em especial a família constituída por outros bandidos, não somente os tradicionais fora-da-lei mas, sobretudo, por pessoas destituídas de amor, de fé, sem princípios e valores morais consistentes, com importância ética corrompida e sem qualquer compromisso social maior, a não ser com sua própria astúcia.


A nova geração de bandidos advém de princípios familiares inadequados cuja aplicação de regras, quando existentes, é confusa, injusta e de dinâmica indisciplinada. Neste contexto de indisciplina, falta de regras e confusão dos papéis familiares impera absurda a omissão dos pais, que estão e permanecem omissos, sem voz ativa, sem moral e sem autoridade ou porque não sabem realmente o que fazer ou porque são extremamente permissivos, causando mais o mal que tentam prevenir do que o bem que almejam em seus corações. 


Educar filhos exige mais do que boas intenções. Exige exemplos constantes e efetivos de como uma pessoa de bem se comporta nas mais variadas situações da vida. Os maiores inimigos das crianças e, por conseqüência, da sociedade é, depois da doença psiquiátrica, a omissão permissivista dos pais na educação de seus filhos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Franca é: Terapias alternativas

Nesta cidade, existem várias pessoas e empresas que procuram ajudar os outros através de tratamentos e terapias alternativas.
Reike - Florais - Radiestesia - Cromoterapia - Iridologia - e muitas outras terapêuticas coexistem pacificamente no universo da saúde francana.
Os profissionais desta área, estudam e se aperfeiçoam para estar sempre em dia com as novidades que surgem.
Já procurei e aprovei 3 destes locais que compartilho aqui com todos você!
Cada um deles possui uma forma de terapia diferente....que já me ajudaram na buca de auto conhecimento e também de tratamento.
São Eles:
-Farmácia Flor de Jasmim - Rua Antonio Torres Penedo, 221 - B. São Joaquim
http://www.flordejasmim.com.br/
- Espaço Kyron - Rua João Batista D'Elia, 798
http://www.espacokyron.com.br/
- Manipullaris - Av. Dr. Ismael Alonso Y Alonso, 1310 - B. São José
Somente o desconhecido deve atraí-lo, porque você ainda não o viveu; ainda não andou por esse território.

Mova-se! Algo de novo pode acontecer.
Osho